12 fevereiro

Amando em meio ao caos

Por , na sessão


Por: Vinicius Maciel

Em uma sociedade barulhenta é difícil escutar o grito do outro. A junção de vários sons, dificulta o mascaramento, para muitos eles se tornam um, e soam apenas como zumbidos. 

As pessoas estão desconexas, cada um em seu mundo particular. Diferente dos povos antigos, que viviam como uma grande família, temos o minimo de interação. 

Essa separação nos tornou egoístas, pensando apenas cada um em seu bem estar, os brasileiros simplesmente perderam a essência hospitaleira e a sua educação. 

Ficamos tão presos ao nosso egoismo coletivo, que quando uma boa ação acontece, é digna de aplausos, tida como algo raro e diferente no meio de todos. Algo que deveria costumeiro, como um simples: "boa tarde", ou ceder um lugar no ônibus ou metrô, tiveram alto valorização pela sua escassez.

Sei que, quando muito se é pisado, nós temos o sentimento de raiva e, por vezes vingança. Mas não por aquele que nos machucou, e sim a sociedade onde julgamos igualitariamente os indivíduos, dispensando o ser pessoal e tratando as pessoas como um bando.

Isso tudo dificulta o mandamento que Jesus nos deixou: "Amai ao próximo como a ti mesmo." Pois o próximo é o nosso concorrente no Metrô, na entrevista de emprego, nos trânsito ou na rua enquanto apressados. Superar o mundo, está também nesses pequenos detalhes. Se o mundo age como um bando, temos que nos lembrar que não pertencemos a ele, e que somos diferentes e separados pelo próprio criador. 

Então é necessário que nos lembremos do que diz a palavra, que antes de tudo nos alertou e nos ensinou como agir em meio a tudo que foi citado. 


Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
Filipenses 4:8
10 fevereiro

Aprenda a falar, mais uma vez

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Por: Lays Rosado

Quando nascemos emitimos sons ainda não decifráveis para os nossos pais e para as pessoas que estão ao nosso redor. Com o passar dos meses aprendemos palavras simples como: “papa” ou “mama”, e a cada instante estamos aprendendo novas palavras. Até que chega ao ponto em que as palavras soltas, que antes falávamos se tornam frases. e todos os que estão ao nosso redor começam a nos entender completamente.

A parte boa é que começamos a ter diálogos mais complexos e entendemos o mundo a nossa volta, porque a cada dia temos um mundo de transformações e conhecimento. Quando crianças avançadas na idade, descobrimos o poder que tem as nossas palavras e começamos a usá-las da forma que achamos correta, mesmo que para isso machuque alguém, pois ainda não temos a total consciência do poder que uma palavra tem sobre a vida de outra pessoa.
Então vem a palavra de Deus e diz:

20 Do fruto da boca o coração se farta; a língua faz todo o corpo responsável pelas conseqüências de suas palavras! 21 A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; os que a usam habilmente serão recompensados.


A chegada da adolescência, que segundo os especialistas é a fase para descoberta da vida adulta, é onde descobrimos novamente um mundo novo cheio de responsabilidades e obrigações. É quando nossas atitudes vão realmente definir quem seremos daqui para frente. O ruim desse momento é que não estamos dispostos a medir o que falamos para o próximo e acabamos proferindo coisas ruins para a vida do outro e até para a nossa vida.


É então que a palavra de Deus nos exorta dizendo que temos que saber o momento certo de calar, pois nem sempre a verdade deve ser dita em certos momentos e não devemos falar coisas sem medir as suas conseqüências. O que falamos tem um poder enorme sobre a nossa vida e a vida do outro, quando proferimos alguma coisa estamos declarando o nosso desejo sobre algo, por isso a bíblia nos fala que a língua tem o poder da vida e da morte.

Necessitamos de um cuidado redobrado sobre as nossas palavras, para que não venhamos a fazer nada em que nos arrependeremos depois.

Que o Espírito Santo possa nos conduzir as palavras corretas e nos ensinar quando calar, para que traga vida a todos e não a morte. Que possamos ser sábios para discernir as palavras lançadas.

17 janeiro

Estagnados

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Por: Lays Rosado

Sabe aquela sensação que a vida está estagnada? Afinal nada acontece, nada muda, sempre as mesmas coisas, os mesmos sentimentos. E quando olhamos ao nosso redor a vida de todo mundo está evoluindo, menos a nossa. Isso traz um sentimento de entorpecimento, de estagnação tão profundo que começamos a acreditar que a nossa vez nunca vai chegar, que estamos destinados a viver sempre o pouco, que isso sempre será nossa realidade.

Mas como filhos, aceitos através de Cristo, temos que ter a consciência que nada pode acontecer no nosso tempo, que a boa e perfeita vontade de Deus está sobre as nossas vidas. Dessa maneira a grande pergunta é, estou em posição de receber o novo de Deus sobre mim? Estou aonde o Pai deseja que eu esteja? Estou doando realmente a minha vida para Jesus?

O processo de estagnação não ocorre de um dia para o outro, é algo gradual e contínuo que toma as nossas vidas sem percebermos, e quando olhamos ao nosso redor é muito mais fácil pensar que somos coitadinhos e que nada acontece ao nosso favor, do que pensar como fomos parar ali.

Jesus só permitirá que certas coisas aconteçam em nossas vidas quando estivermos prontos para receber, não adianta chorar ou espernear. Como Pai ele deseja o melhor para cada um de nós e isso inclui o processo de aprendizagem que, por sua vez, pode doer bastante. Sem o amadurecimento espiritual, emocional e psicológico necessário o Senhor não permitirá que coisas grandiosas aconteça em nossas vidas.

Esse processo leva tempo e exige um grande esforço de nossa parte, não adianta clamar ao Senhor se você não faz sua parte, não adianta fazer sua parte achando que no mesmo instante você receberá o que tanto deseja. Existe uma linha tênue entre o que já é seu no mundo espiritual e o tempo que você vai receber aqui na terra.

Então aprenda com Cristo, a todo momento ele fazia a vontade do Pai, por todo os quatro evangelhos do novo testamento, uma coisa que se repetia inúmeras vezes era Jesus dizendo que Ele ouvia a voz do seu Pai e o obedecia, e hoje, como filhos, devemos fazer o mesmo, seguir os passos do nosso irmão é o que nos leva para o céu.



20 dezembro

De volta para dentro de si

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Por: Vinícius Maciel |

O tempo é famoso, para ele há várias definições: Dinheiro, remédio, ilusão. Mas o tempo não passa de uma espaço em que todos estamos. Na verdade ele é a variável que justifica toda a nossa ansiedade. 

Hoje venho falar sobre aqueles problemas internos que parecem que não estão acontecendo, aqueles que são conhecidos como "coisa da nossa cabeça". Crise de ansiedade, síndrome do pânico, depressão, traumas... Todos já sabemos o quão  difícil é vencer este tipo de problema, parece ser  uma guerra contra nós mesmos, quando na verdade é o inimigo que quer que pensemos assim. 

Uma vez que passamos por isso e nos sentimos curados, sabemos do nosso limite e vivemos como se nada tivesse acontecido. Muitos apontam o tempo como remédio e dizem que passou, mas uma doença quando não é tratada ela se desenvolve, e se entrelaça ao hospedeiro. 

Ao minimo descuido, tudo que se passou que achamos nós que o tempo curou, vem a tona, e se acumula, faz-nos perceber que aquilo ainda está lá, dentro de nós, cutucando o coração, mostrando que nada foi superado. E muitas vezes são nesses momentos, que nós voltamos a estaca zero. Primeiro, vem a mente a lamentação: " Eu tinha superado, por que isso voltou?" depois a desorientação, onde finalmente percebemos que nada mudou.
Essa lamentação se torna uma barganha com o seu íntimo e até com Deus. Lembra quando muita gente ou até mesmo você, te incentivou a lutar contra tudo isso? No momento nós dizemos "Sim, eu vou lutar;' como se tivesse devendo um favor a quem nos incentivou, e é aí que a barganha começa.

Ao primeiro sinal de fracasso eminente, ameaçamos a nos entregar de novo. A sensação é que não estamos aguentando tudo por nós e sim pelos outros, por que quando estávamos sem forças a única coisa que queríamos era descansar e se entregar, pois era um fardo grande e pesado demais para carregar. 

E então como nessa vida, temos sempre altos e baixos, quando a tempestade nos alcança voltamos para dentro de nós, mas dessa vez de maneira justificada, ou seja se temos um motivo, temos um gatilho para nos entregarmos novamente.

Narrei tudo isso para te alertar que, se você se identificou com o texto e passou pelo que citei, talvez ainda tenha algo a ser tratado em você. Mas a motivação para iniciar isso, tem que ser você! E não o que os outros pedem. Forçar não é o mesmo que conquistar, Deus não invade corações para curar, as pessoas podem até persuadir você para buscar algo melhor, mas se não convencerem, não passará de uma ilusão.

O fato é que continuará sendo difícil, mas é importante saber que a cura pode sim demorar, e devemos encarar o tempo, não como um remédio, mas como uma fase de um processo, sendo ele apenas isso e nada mais.

Voltar a estaca zero, não vai te fazer resolver os seus problemas, ou te dará descanso, é tudo ilusão. Lute até o fim, pois nós não devemos olhar para atrás se não for pra consertar algo deu errado? Ok! Mais coisas darão e você tem que conviver com isso, você tem que crescer!

Deus é quem cura, e Ele nos mostra que enquanto tivermos esperança, apesar de todas as dificuldades, teremos o conforto e consolo dEle. Utilize as ferramentas que ele nos deixou, a medicina, os nosso irmãos, e principalmente a sua palavra, a batalha é grande, mas nós já somos mais do que vencedores!

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16 dezembro

Pensamentos ilustrados, uma nova maneira de falar de Cristo.

Por , na sessão

Da Redação

Um ministério feito com as próprias mãos encanta os seus seguidores com a nova forma de compartilhar o amor de Cristo. 

No instagram, o Pensamentos ilustrados faz a diferença para o reino, reproduzindo frases de pessoas que também buscam fazer o ide no meio virtual. 

A ideia é inovadora e mostra que todos nós, de alguma maneira, podemos fazer algo que possa agregar ao Reino. 

É necessário querer e se envolver para que os nossos dons possam se desenvolver na prática e na vida.

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